Moraes vota pela condenação a 14 anos de prisão de mulher que pichou 'Perdeu, Mané' na estátua da Justiça

Moraes vota pela condenação a 14 anos de prisão de mulher que pichou 'Perdeu, Mané' na estátua da Justiça

Data de Publicação: 21 de março de 2025 15:33:00 Ministro Alexandre de Moraes vota pela condenação de 14 anos de prisão para Débora Rodrigues dos Santos, acusada de pichar a estátua da Justiça durante os atos extremistas de 8 de janeiro. A mulher também apagou dados do celular, o que configura obstrução à Justiça.

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O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), votou pela condenação de Débora Rodrigues dos Santos a 14 anos de prisão.

A mulher é acusada de pichar a frase “Perdeu, mané” na estátua da Justiça, localizada em frente à Corte, durante os atos extremistas de 8 de janeiro de 2023.

Débora Rodrigues dos Santos é acusada de pichar a estátua da Justiça durante os atos extremistas de 8 de janeiro a frase "perdeu, mané"

A frase, que remete a uma declaração feita pelo ministro Luís Roberto Barroso a um grupo que o hostilizou em viagem aos Estados Unidos, reflete um contexto de tensão política. Moraes, em seu voto, argumentou que a acusada agiu de forma dolosa, aderindo a propósitos criminosos que visavam uma ruptura institucional. O ministro destacou que o objetivo seria a abolição do Estado Democrático de Direito e a deposição do governo legitimamente eleito.

O episódio ocorreu no mesmo dia em que os atos extremistas, que resultaram na depredação dos prédios dos Três Poderes, causaram um prejuízo material de R$ 20,7 milhões. Em consonância com as condenações anteriores, o STF impôs uma multa de R$ 30 milhões, a ser dividida entre todos os réus, como reparação pelos danos coletivos causados.

Além disso, Moraes relatou que a acusada foi flagrada segurando um celular, demonstrando satisfação com o ato de vandalismo.

O ministro também apontou que a mulher apagou os dados do aparelho, o que, segundo ele, configura uma tentativa de obstruir as investigações. A exclusão das informações contidas no celular dificultaria o trabalho da Justiça, já que dispositivos eletrônicos são frequentemente fontes de provas essenciais, como mensagens, registros de chamadas e interações em redes sociais.

A defesa de Débora Rodrigues dos Santos ainda não se manifestou oficialmente sobre a decisão.

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